quinta-feira, 8 de novembro de 2007

QUINTA

HISTÓRIA
(Os pila... ou seriam Pilla?)

Em 1923 durante uma das tantas revoluções entre Chimangos e Maragatos, Raul Pilla foi um dos líderes do lado vencedor do conflito. Logo foi indicado como sendo o responsável por emitir bônus com valores monetários, uma vez que o dinheiro era artigo de luxo durante a revolução. O bônus teria curso forçado, ou seja, tinha valor de dinheiro. Assinados a próprio punho pelo secretário, apresentava em letras garrafais, os valores e o nome do responsável. Portanto, 20 cruzeiros, apresentavam em baixo o nome PILLA. Logo, no Rio Grande do Sul, Pilla virou sinônimo de moeda... Qualquer moeda. Até hoje, um real é um pila... dez reais são dez pila... Sempre no singular.

NOTÍCIA
(Faça me o favor...)

A polícia de Presidente Prudente, no interior de São Paulo, investiga homem que lidera uma seita que seduzia jovens de classe média com a promessa de imortalidade. Vandeir Máximo da Silva se apresentou no início da tarde de quarta-feira e negou as acusações. Testemunhas, porém, afirmam que para ingressar na seita era necessário passar por uma série de rituais, que ocorriam durante a noite no cemitério da cidade. Segundo elas, o homem afirmava que era um vampiro e bebia o sangue dos jovens, depois de mordê-los no pescoço ou fazer cortes em seus pulsos.

DA REDAÇÃO
(Pára tudo)

O Livro que estou lendo agora, Travessuras da menina má, é excelente. Um obra prima do Llosa, mas também versa sobre o engano que há no jogo do amor, especialmente sobre homens e mulheres. Consigo compreender facilmente que a gente acredita no que quer... e que normalmente jogamos em cima do nosso “amor” um balde cheio de frustrações, anseios e uma série de coisas que são absolutamente nossas. Também aprendi que parte do que se sente por uma pessoa, é uma ilusão, uma associação entre um momento triste ou feliz, ou seja... relaxe... se ela(e) não gosta de você, talvez não seja culpa sua...

Um comentário:

Carlos Mota disse...

Essa do vampiro me fez lembrar uma piada muito ridícula, que é assim.

"Meia-noite de lua cheia. O vento soprando forte por entre as árvores. Chumaços de galhos e ramos sendo arrastados pelo vento. Corujas piando. Batem à porta onde uma moça está sózinha. Sem abrir, devido ao medo, ela pergunta:
- Quem bate???
- Sou eu, o Drácula - disse o visitante noturno.
- O que queres???
- Quero beber o teu sangue...
- Áh!, Então passa no fim do mês!!!!"

Esta é cruel, muito cruel!!!!