Quantas vezes vivemos a vida de outras pessoas? Num filme, num ídolo, num espelho qualquer?
Eu vejo a quantidade de pessoas que verdadeiramente idolátra outros, entre os quais, eu me incluo... Acho que a Mafalda é incrível, mas amei personagens de livros, filmes, cantores...
Ainda assim, acho uma grande droga que as pessoas se anulem com uma camiseta no peito e nada na cabeça e no coração.
Por outro lado invejo as pessoas que conseguem projetar nisso as agruras da vida e tornam-se mais felizes.
Creio que a vida é correr atrás do próprio rabo... Se aceitamos, nos conformamos... Se não aceitamos, nos revoltamos.
Negar a realidade é sempre a melhor opção.
Como disse o meu bom amigo Zing, a felicidade é algo muito novo para nossa espécie. Antes buscavamos apenas a sobrevivência. Sábio!
Entre correr atrás de meu rabo, conformar-me ou revoltar-me, fico com todos... Sou inquieto, colérico, insatisfeito e ao mesmo tempo são e conformado.
Vivo, ainda, a minha vida... os quadros pendurados na parede são apenas quadros, as citações são reflexões, mas meu coração e minha cabeça ainda mandam em minhas atitudes.
O mais fofinho!!! Aforismos infelizes, divagações impertinentes e humor pastelão!!! Amigos: Entrem e sintam-se em casa...
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Tá e cade o orgulho?
Sei que provavelmente serei vaiado por esse texto, mas lá vai.
Cade o orgulho de ser gaúcho?
Me parece que isso está baseado em uma história velha, amarelada e contada de acordo com a conveniência de alguns.
Hoje ser gaúcho é ser preconceituso, bairrista, encher a cara na semana farroupilha e brincar de acampar no centro da cidade.
Não me orgulho disso... Nem perto...
Vejo as notícias e acompanho um número absurdo de mortos em acidentes de trânsito... Ontem mesmo assisti a um que me arrisco a dizer: Está relacionado com a bebedeira que é promovida nessa época.
O estado hoje vive de um sentimento que em nada tem a ver com nossos dias... Epopeia Farroupilha? Virar de costas para o Brasil? Você acha isso bonito?
Parabéns, está contribuindo para um isolamento cada dia maior.
Nossos campeiros hoje são políticos agregados de um movimento totalmente urbano. Os nossos cantores não conhecem lides campeiras... apenas o vocabulário.
Os tradicionalistas usam calças apertadas e camisas floridas.
E a nossa história? Alguém ainda pesquisa?
Desculpem os orgulhosos, mas pra mim 20 de setembro é dia de luto. Luto por um povo que soube ser guerreiro um dia.
Luto por uma cultura que hoje é um comércio.
Luto especialmente pelas vítimas da bebedeira.
Mas como sempre eu digo, muita gente ganha dinheiro com isso... portanto, meu texto será um nada diante de tudo.
Uma pena... uma pena...
Cade o orgulho de ser gaúcho?
Me parece que isso está baseado em uma história velha, amarelada e contada de acordo com a conveniência de alguns.
Hoje ser gaúcho é ser preconceituso, bairrista, encher a cara na semana farroupilha e brincar de acampar no centro da cidade.
Não me orgulho disso... Nem perto...
Vejo as notícias e acompanho um número absurdo de mortos em acidentes de trânsito... Ontem mesmo assisti a um que me arrisco a dizer: Está relacionado com a bebedeira que é promovida nessa época.
O estado hoje vive de um sentimento que em nada tem a ver com nossos dias... Epopeia Farroupilha? Virar de costas para o Brasil? Você acha isso bonito?
Parabéns, está contribuindo para um isolamento cada dia maior.
Nossos campeiros hoje são políticos agregados de um movimento totalmente urbano. Os nossos cantores não conhecem lides campeiras... apenas o vocabulário.
Os tradicionalistas usam calças apertadas e camisas floridas.
E a nossa história? Alguém ainda pesquisa?
Desculpem os orgulhosos, mas pra mim 20 de setembro é dia de luto. Luto por um povo que soube ser guerreiro um dia.
Luto por uma cultura que hoje é um comércio.
Luto especialmente pelas vítimas da bebedeira.
Mas como sempre eu digo, muita gente ganha dinheiro com isso... portanto, meu texto será um nada diante de tudo.
Uma pena... uma pena...
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Mudanças
É incrível como os dias, as semanas, os anos mudam as pessoas. Na verdade as experiências mudam as pessoas, mas o que eu quero dizer é o seguinte: Mesmo as pessoas com muita personalidade, as vezes se adaptam para agradar pessoas de quem gostam. Tá bem, acho que o House não se adapta a ninguém e invejo ele.
O negócio é ver pessoas com quem tu conviveu toda a vida e perceber que elas não são as mesmas. Isso dói. O pior, tu não sabe se ela mudou ou se tu mudou. Mas provavelmente ambos mudaram. De qualquer forma, é complicado.
A verdade é que eu preciso dar um conselho a quem ler esse texto. Não acredite que a distância vai manter as coisas como eram antes. Na verdade vivendo lado a lado, as vezes se percebe que não se conhece mais o outro, imagine você estando a distância.
É triste....foi complicado escrever esse texto... mas saiu.
O negócio é ver pessoas com quem tu conviveu toda a vida e perceber que elas não são as mesmas. Isso dói. O pior, tu não sabe se ela mudou ou se tu mudou. Mas provavelmente ambos mudaram. De qualquer forma, é complicado.
A verdade é que eu preciso dar um conselho a quem ler esse texto. Não acredite que a distância vai manter as coisas como eram antes. Na verdade vivendo lado a lado, as vezes se percebe que não se conhece mais o outro, imagine você estando a distância.
É triste....foi complicado escrever esse texto... mas saiu.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
credibilidade
Ter credibilidade é falar sem precisar provar, muitas vezes errar e não precisar pagar. Ter credibilidade é uma coisa muito boa, mas como sempre, pode-se fazer grandes besteiras com uma arma dessas nas mãos.
A capacidade humana de fazer bobagens com coisas boas é notável. Tomar um trago é bom, mas o excesso faz você, pelo menos, passar vergonha. Pela imbecilidade humana remédios viraram drogas, ambição virou ganância e mais uma série de besteiras superlativas. A credibilidade, no entanto, é algo que realmente tem me chamado a atenção. É difícil conquistar a credibilidade, mas uma boa demonstração de merecimento pode te dar isso. Perder a credibilidade, no entanto, é muito mais complicado. No direito, dir-se-ia que há reversão do ônus da prova, ou seja, há de provar-se muito bem, tim tim por tim tim que o cidadão possuidor de tal credibilidade está equivocado, e muitas vezes há de fazer-se isso repetidamente.
O post de hoje é relacionado com um momento da minha vida... um momento que tem se repetido. Hoje a credibilidade, essa confiança exacerbada é utilizada com tamanha irresponsabilidade que me faz pensar mais e mais vezes sobre a burrice humana. Especialmente daqueles que acham que mais sabem.
A capacidade humana de fazer bobagens com coisas boas é notável. Tomar um trago é bom, mas o excesso faz você, pelo menos, passar vergonha. Pela imbecilidade humana remédios viraram drogas, ambição virou ganância e mais uma série de besteiras superlativas. A credibilidade, no entanto, é algo que realmente tem me chamado a atenção. É difícil conquistar a credibilidade, mas uma boa demonstração de merecimento pode te dar isso. Perder a credibilidade, no entanto, é muito mais complicado. No direito, dir-se-ia que há reversão do ônus da prova, ou seja, há de provar-se muito bem, tim tim por tim tim que o cidadão possuidor de tal credibilidade está equivocado, e muitas vezes há de fazer-se isso repetidamente.
O post de hoje é relacionado com um momento da minha vida... um momento que tem se repetido. Hoje a credibilidade, essa confiança exacerbada é utilizada com tamanha irresponsabilidade que me faz pensar mais e mais vezes sobre a burrice humana. Especialmente daqueles que acham que mais sabem.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Os conformados e os insatisfeitos.
Não... esse texto não é uma ode ao pessimismo, pelo contrário é uma tentativa de afastá-lo. Acho que as pessoas são condenadas a seguir os seus sonhos.
O problema não é nem mesmo achar onde está a felicidade, mas sim ter coragem de seguir o caminho que vai levá-lo até lá.
Acho que o lema do pessimista é: "Teria sido bem melhor se eu tivesse escolhido aquele outro caminho". Já o insatisfeito costuma dizer: "Um dia tudo vai dar certo".
A vida é uma fonte de alegria e de problemas na mesma e exata medida. Nunca sabemos de onde virá o próximo problema ou a próxima alegria, e o pior, normalmente estamos mais prontos a reconhecer a tristeza do que a alegria.
A alegria é tênue e normalmente só percebemos quando ela nos faz falta, por isso perdemos tantas oportunidades de sermos felizes.
Pra finalizar eu lembro que o Fito Paez diz: "Lo importante nos es llegar, lo importante es el camino". As vezes a gente espera a hora certa de ser feliz... A hora é agora... por mais difícil que pareça... não perca tempo...
O tempo de ser feliz pode passar no tempo em que você está lendo esse texto... Ligue pra quem você ama, abraçe quem você gosta... peça desculpas hoje... e escreva tudo o que tiver que escrever sem a mínima vergonha... Enfim faça hoje o que tem que fazer.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Seriados...
Acho, de fato, que a vida poderia ser como nos seriados. Todos atingindo os seus objetivos, os bons tendo tudo o que querem e os problemas e traumas se resolvendo no espaço de um episódio.
São Poucos os seriados que deixam algo em aberto para os outros episódios, mas de qualquer forma se resolve na mesma temporada.
Isso é o que eu quero dizer. A parte boa dos seriados e o motivo pelo qual ele nos dá tanta satisfação é a maneira com que fecham tudo... todas as pontas da estória...
Como seria bom se, em nossa vida, conseguissemos aparar todas as arestas de uma etapa da nossa vida, antes de começar outra.
Como seria bom se consguissemos resolver tudo no espaço de uma semana. Teríamos novos problemas, mas os da semana passada não importariam mais.
Por outro lado, quantas pessoas ficariam na temporada anterior? Quantas reprises teriamos que fazer para as pessoas que querem assistir a um episódio antigo?
Finalmente quando terminasse, enfim, o seriado, seriamos apenas lembranças... e alguns estariam presos a personagens para sempre... E prisioneiros, não da nossa própria fantasia, mas de outras pessoas que escreveram o roteiro de nossa vida.
São Poucos os seriados que deixam algo em aberto para os outros episódios, mas de qualquer forma se resolve na mesma temporada.
Isso é o que eu quero dizer. A parte boa dos seriados e o motivo pelo qual ele nos dá tanta satisfação é a maneira com que fecham tudo... todas as pontas da estória...
Como seria bom se, em nossa vida, conseguissemos aparar todas as arestas de uma etapa da nossa vida, antes de começar outra.
Como seria bom se consguissemos resolver tudo no espaço de uma semana. Teríamos novos problemas, mas os da semana passada não importariam mais.
Por outro lado, quantas pessoas ficariam na temporada anterior? Quantas reprises teriamos que fazer para as pessoas que querem assistir a um episódio antigo?
Finalmente quando terminasse, enfim, o seriado, seriamos apenas lembranças... e alguns estariam presos a personagens para sempre... E prisioneiros, não da nossa própria fantasia, mas de outras pessoas que escreveram o roteiro de nossa vida.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Está bom ou ruim?
Estou certo que se eu perguntar como vai sua vida, você dirá: Está muito boa... ontem eu fui promovido, meu filho nasceu e consegui trocar de carro. Ou ainda: Está tudo uma droga, eu bati o carro novo, briguei com a mulher e fui dormir na casa dos meus pais e estou com dois meses sem pagar a prestação da casa. Notem que nas respostas nada se diz a respeito do que é o andamento normal da vida, apenas eventos extraordinários. Normal, triste mas normal. Digo pois sou exatamente assim.
É próprio e natural para nós simples mortais em vermos o que nos marca mais, o que de fato iremos lembrar. Identificamos sempre o que está fora do padrão, agora o que eu questiono é avaliarmos as coisas que estão nesse padrão... o que acontece no dia a dia, o que é o nosso normal? As vezes temos coisas lindas na nossa frente e esquecemos de ver... nossos filhos crescendo, nossa carreira, mesmo que a passos lentos evoluindo.
As vezes ficamos também, de olhos fechados para coisas ruins... quando as percebemos elas já são eventos extremos.
Devemos deixar marcas no que é dia a dia, devemos pensar em melhorar nossa casa... nossa vida... nas pessoas e as coisas que estão ao nosso alcançe nesse momento e não no futuro... lembre-se uma quarta-feira há 10 anos atrás lhe parecia apenas uma quarta-feira... em daqui há dez anos, a sua quarta-feira irá lhe parecer apenas uma quarta-feira e você poderá estar vivendo do que você construiu hoje... então viva hoje.
É próprio e natural para nós simples mortais em vermos o que nos marca mais, o que de fato iremos lembrar. Identificamos sempre o que está fora do padrão, agora o que eu questiono é avaliarmos as coisas que estão nesse padrão... o que acontece no dia a dia, o que é o nosso normal? As vezes temos coisas lindas na nossa frente e esquecemos de ver... nossos filhos crescendo, nossa carreira, mesmo que a passos lentos evoluindo.
As vezes ficamos também, de olhos fechados para coisas ruins... quando as percebemos elas já são eventos extremos.
Devemos deixar marcas no que é dia a dia, devemos pensar em melhorar nossa casa... nossa vida... nas pessoas e as coisas que estão ao nosso alcançe nesse momento e não no futuro... lembre-se uma quarta-feira há 10 anos atrás lhe parecia apenas uma quarta-feira... em daqui há dez anos, a sua quarta-feira irá lhe parecer apenas uma quarta-feira e você poderá estar vivendo do que você construiu hoje... então viva hoje.
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